quarta-feira, 1 de julho de 2026

SE EU SOUBESSE O QUE SEI AGORA.

 

Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e lhe falou: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor conhece tão bem. Poderia redigir um anúncio para o jornal?

Olavo Bilac, muito solícito, apanhou um papel e escreveu:

Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda

Meses depois, o poeta topa com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o amigo. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Às vezes, para que possamos reconhecer o valor dos tesouros que possuímos, é preciso que alguém nos abra os olhos. E isso não acontece somente com relação aos bens materiais, mas também no campo afetivo.

Talvez motivados pela rotina ou pela acomodação, passamos a observar apenas as manias ou os pequenos defeitos daqueles que convivem conosco, esquecendo-nos das qualidades boas que eles possuem.

Não é raro alguém de fora nos surpreender com uma lista de virtudes dos nossos filhos, que passam despercebidas aos nossos olhos.

Ou, então, um colega que elogia nosso esposo ou esposa ressaltando qualidades que não estamos percebendo.

Esposas que criticam o marido porque ele não abre a porta do carro para ela, não puxa a cadeira para ela se sentar, esquece o aniversário de casamento, não lhe oferece flores no dia dos namorados...

Essas esposas não levam em conta que aquele mesmo homem é um pai carinhoso, dedicado, é trabalhador, honesto, e sempre que ela precisa, ele está por perto para ajudar.

Há maridos que desvalorizam suas esposas porque nem sempre estão em dia com a moda, porque os cabelos brancos não estão bem camuflados, porque não lhe dão atenção integral quando dela necessitam...

Esses esposos certamente não se dão conta do valor que essas mulheres têm. Não percebem quantas noites elas são capazes de passar acordadas, vigiando o filho doente, e enfrentar dias inteiros de trabalho exaustivo, sem reclamar.

Não se dão conta de que essas mulheres, tantas vezes, fazem verdadeiros malabarismos financeiros para poupar o marido de saber que o dinheiro do mês foi curto.

Mães e pais que criticam os filhos porque não atendem a todos os seus caprichos, ou porque nem sempre fazem as coisas como lhes determinam, esquecidos de que esses garotos e garotas têm muito valor.

São jovens que prezam pela fidelidade, que respeitam opiniões contrárias, que valorizam a família, que se dedicam a causas nobres, jovens saudáveis e cidadãos de bem.

Assim, não façamos como o comerciante que queria vender seu sítio, e ao ler o anúncio redigido por alguém de fora, mudou de idéia.

Tenhamos, nós mesmos, olhos de ver, ouvidos de ouvir e sensibilidade para sentir as boas qualidades e as virtudes daqueles que nos seguem mais de perto.

Você sabia?

Você sabia que há pessoas que nem sempre conseguem demonstrar seus verdadeiros sentimentos?

Talvez por medo de uma decepção ou por timidez, escondem-se atrás de uma couraça de proteção que as faz sentir-se mais seguras.

E essa forma de isolar-se, muitas vezes pode aparecer disfarçada de agressividade ou de comportamento anti-social.

É por essa razão que precisamos desenvolver nossa capacidade de penetrar os sentimentos das pessoas, um pouco além das aparências.


FIM.

FAMILIA

 

  
                        Você já parou algum dia para pensar como funciona uma colméia? Já se deu conta de que nela tudo é ordem, disciplina, preocupação pelo todo?

A colméia é formada por células de cera, que se contam aos milhares. Em algumas dessas células existem ovos ou larvas de abelha. Outras servem como depósitos de pólen e de mel. Essas são os favos de mel.

Numa colméia podem existir até 70 mil abelhas, que exercem diferentes funções.

As operárias são as que alimentam as larvas, cuidam da colméia, trazem comida para todos os habitantes da comunidade. Elas começam como faxineiras, limpando as células onde estão os ovos. Depois produzem a geléia real que serve para alimentar as abelhas mais jovens e a rainha. Também trabalham como babás alimentando as abelhinhas mais crescidas com pólen e mel.

Com dez dias de vida elas se tornam construtoras. Começam a produzir cera, que lhes permite construir e remendar as células da colméia.

A rainha tem como tarefa botar ovos, dos quais sairão as operárias, os zangões e as novas rainhas. No verão chega a botar em um só dia 1.500 ovos.

O zangão, desde que nasce, tem por tarefa a procriação com a rainha. Depois morre.

Tudo na colméia reflete ordem, equilíbrio.

As operárias são também as que saem da colméia para buscar a matéria prima de que necessitam. Estranhamente, elas nunca se enganam no caminho de volta para casa, para onde retornam com sua preciosa carga.

Embora sua vida seja curta, de cinco semanas apenas, elas não se cansam de trabalhar, sem cansaço, pelo bem-estar de toda a equipe.

Podemos pensar na família como uma colméia racional. Cada um tem sua tarefa a cumprir, visando o crescimento da pequena coletividade, como exige o lar.

E todos são importantes no desempenho do grupo doméstico.

É no seio da família, na intimidade do lar, que se vão descobrir operárias incansáveis, trabalhando sem cessar, não se importando consigo mesmas. Em constante processo de doação.

É na família que se aprende a transformar o fel das dificuldades, as amarguras das incompreensões no mel das atenções e do entendimento.

É ali que se exercita a cooperação. Afinal, como a família é uma comunidade, há necessidade de ajuda mútua.

Quando a família enfrenta as dificuldades com união, cresce e supera problemas considerados insolúveis.

Para que a família progrida no todo, cada um deve se conscientizar de sua tarefa e realizá-la com alegria.

É por este motivo que as crianças devem ser incentivadas, desde cedo, a pequenas tarefas no lar.

Retirar os pratos da mesa, lavar a louça, aquecer a mamadeira do menorzinho.

Renúncia a um pequeno lazer para satisfazer o outro. Nem que seja somente a satisfação da companhia ou de um diálogo amistoso.

Se na colméia familiar reinar o amor, conseguiremos com certeza ter elementos para uma atuação segura, verdadeiramente cristã, junto à família maior, na imensa colméia do mundo.

***

A família é abençoada escola de educação moral e espiritual. É oficina santificante onde se burilam caracteres. É laboratório superior em que se refinam ideais.

FAMILIA É SIMPLICIDADE NO VIVER

         

FAMILIA É SIMPLICIDADE NO VIVER

O que une verdadeiramente uma família é o amor que todos os seus membros nutrem uns pelos outros, é o respeito e admiração que vão conquistando ao longo do tempo.

 Para formar esses laços é necessário manter a comunicação. 

Então, é fundamental conseguir construir fortes pilares de confiança com nossos filhos e conquistar a estabilidade em casa.

Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. Por isso separamos 4 dicas de como ter mais momentos de união entre os familiares, fortalecendo as relações dentro de casa. Confira:

  • Fazer refeições em família;
  • Participar das tarefas do dia a dia juntos;
  • Praticar exercícios como andar de bicicleta, caminhar, dentre outras atividades em conjunto;
  • Fazer viagens e passeios para colecionar momentos divertidos entre si.

OBS.: Uma família unida tem como base princípios genuínos e sentimentos verdadeiros😉

ORAR É FALAR COM DEUS.

 Orar é falar com Deus, algo que podemos fazer a qualquer momento ou em qualquer situação. Deus está atento ao clamor de seus filhos, e podemos nos aproximar de Sua presença com total confiança sempre que precisarmos. Fale com ele hoje!

                  Meu Deus, tu és tão bom!

Meu Senhor e Deus, tu és tão bom! Obrigado pela bênção de poder ver este novo dia. Obrigado pela minha família e pela saúde que nos dás. Acompanha-nos neste dia enquanto realizamos cada uma de nossas tarefas e ajuda-nos a dar o nosso melhor para a tua glória e honra. Queremos que tu sejas exaltado em tudo o que fazemos, Pai amado.

Senhor, queremos viver para ti hoje e todos os nossos dias. Queremos obedecer-te e viver conforme a tua vontade. Nosso grande desejo é agradar-te em tudo o que fazemos. Ajuda-nos, por favor, a ser uma bênção para todos ao nosso redor.

Abençoa-nos hoje e cuida de mim, da minha família e de todos aqueles que amamos, Pai. Estamos em tuas mãos. Dá-nos um dia cheio de paz, por favor. Em nome de Jesus, amém.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

 


 A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.

É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.

É ser amigo sem conivência negativa.

Ser sincero sem agressividade.

É ser humilde sem relaxamento.

Ser cordial sem fingimento.

É ser simples com sobriedade.

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.

É superar dificuldades com fé e coragem.

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

                                * * *

                           PENSE NISSO

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.

Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

TENHAM UMA BOA TARDE.



UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁDIO -- O EQUILIBRIO ENTRE O SER EO TER

 

O equilíbrio entre o ser e o ter


Vivemos em um mundo que valoriza extremamente os bens materiais.

 Em sua maioria, as pessoas valorizam ou não o próximo, a partir do que o outro possui e aparenta, e não pela essência de seu SER

Em um mundo dominado por nações materialistas e ainda sem ter alcançado suficiente desenvolvimento espiritual, grande parte das pessoas dedica sua vida a acumular dinheiro e bens materiais.

Desde cedo as crianças se acostumam a ter o que querem. E passam a valorizar seus amigos por suas aparências.

O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.

Sem dúvida que as posses materiais são uma conquista sócioeconômica do ser humano, ao longo de suas inúmeras jornadas na Terra.

O desenvolvimento material das sociedades é importante, pois gera melhorias na qualidade de vida, incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências, das artes.

Todas essas conquistas permitem à Humanidade superar obstáculos de sobrevivência básica e, com isso, a possibilidade de desenvolver seu lado espiritual e moral.

A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.

A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores morais e leva o indivíduo a elevar-se como Espírito.

O risco da posse ou da aquisição da propriedade não está no fato em si, mas da maneira como isto se dá e no que representa emocionalmente.

A aquisição de bens materiais não deve ter como base a avareza, e como objetivo a conquista de posição social passível de inveja ou de submissão de outrem.

A conquista material deve ser resultado do trabalho digno e constante, frequentemente oriundo de uma profissão baseada em estudo e preparo.

A conquista material deve prover conforto e equilíbrio àqueles que a possuem, mas jamais levar ao desequilíbrio das posses supérfluas e do modo de vida de ostentação e prazeres intermináveis.

Quem acumula bens materiais em quantidade superior àquela necessária à sua dignidade bem como de sua família, tem uma obrigação moral: dividir seus bens de uma maneira inteligente e sensata.

Obviamente que a doação àqueles que necessitam é necessária e nobre, mas a verdadeira divisão é baseada na geração de empregos e desenvolvimento.

Para ter tal lucidez é preciso que o indivíduo já tenha maior evolução espiritual a fim de que possa perceber que de nada serve uma fortuna acumulada em instituições financeiras e transformada apenas em bens de uso próprio.

É preciso ter equilíbrio, é preciso pensar no próximo, é preciso ser mais do que ter.

A felicidade, na Terra, independe do que se tem, mas se constitui naquilo que o ser cultiva interiormente em termos de amor sincero, ilimitado e em simplicidade.


Redação do Momento Espírita com base no cap. Propriedade, do livro Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,ed. Leal.

terça-feira, 16 de junho de 2026

BOM DIA

BOM DIA A TODOS


 

UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁDIO # CONFLITOS EM FEMÍLIA

 
Conflitos em família

Dicas poderosas para melhorar 

o convívio familiar.


Manter uma boa convivência em família é 
– por mais incrível que pareça
 – um dos maiores desafios dos seres humanos.

Eis aqui, então, sete lições poderosas para PODERMOS melhorar O NOSSO convívio familiar:

1. Entenda que são raras as famílias onde a paz e a confiança sejam comuns. A maioria das relações familiares, não só no Brasil, mas em todo o mundo, são marcadas por ressentimentos, orgulho, egoísmo, desamor e, é claro, decepções.
2. Se for possível, evite trabalhar com familiares, ou mesmo se envolver em negócios com eles.
3. Porém, caso você trabalhe em uma empresa familiar, procure ter profissionalismo, separando cada campo de sua vida, com maturidade, sabedoria e equilíbrio.
4. Se você se decepcionou com a atitude de um familiar, pare de sofrer por quem ele é. Ele não vai mudar só porque você está triste. Você é que precisa se desapegar do passado e perdoar, dando a essa pessoa um papel irrelevante em sua vida. Enquanto perdurar a mágoa, o ofensor vai ocupar o papel principal em sua história.
5. Após perdoar o familiar que o feriu, siga seu coração. Perdoar é diferente de reconciliar. Muitas pessoas se reconciliam, mas, intimamente, nunca perdoam, e vivem o resto da vida escravas do ressentimento, relembrando e cobrando do outro as atitudes erradas do passado.


6. Se o ofensor ocupa seus pensamentos e emoções, é sinal de que você ainda guarda mágoas. O perdão é LIBERTADOR! Você só vai saber se realmente perdoou alguém quando conseguir se recordar da ofensa e não sentir mais dor, e, assim, livre para ser quem você é, viver a vida que sempre sonhou.
7. E se foi você quem criou conflitos em sua família, enquanto ainda é tempo, procure OS  envolvidos e peça perdão. Faça a sua parte, mostre sincero arrependimento e desejo de mudar, mas não se frustre se você não for aceito por todos. Esse é preço que pagamos quando, imaturos na forma de nos relacionar, ferimos as pessoas à nossa volta.

terça-feira, 2 de junho de 2026

UM SENTIMENTO DIVINO # O OTIMISMO

     
         UM SENTIMENTO DIVINO
O otimismo é a capacidade de encarar a vida de forma positiva e esperar sempre um desfecho favorável, mesmo diante de dificuldades. Não se trata de ignorar a realidade ou fugir dos problemas, mas sim de focar em soluções e na resiliência.
O Poder do Otimismo
  • Foco no que pode dar certo: Pessoas otimistas costumam acreditar que os bons acontecimentos possuem causas duradouras e que os problemas são passageiros.
  • Benefícios para a saúde: Estudos científicos apontam que indivíduos positivos tendem a ter menor sensibilidade à dor, pressão arterial mais baixa e até mesmo melhor preservação da saúde cognitiva ao longo da idade. 
  • Uma habilidade treinável: O otimismo pode ser desenvolvido em qualquer fase da vida através da prática da gratidão, da estipulação de metas e do cultivo de pensamentos voltados à solução de problemas.
Como Desenvolver Essa Prática?
  1. Pratique a gratidão: Mude o foco do que falta para as conquistas que já possui.
  2. Reforce o diálogo interno: Evite pensamentos catastróficos e busque o aprendizado por trás dos obstáculos.
  3. Foque na ação: Direcione sua energia para encontrar saídas assertivas em vez de focar apenas no erro.
Para aprofundar-se nos benefícios desta postura e entender como ela age diretamente na sua saúde física e mental.

Práticas para aprender a ser otimista

Segundo a psicóloga, “uma pessoa otimista tem um estilo cognitivo diferente, um jeito diferente de interpretar as situações da vida”. E adianta que, para desenvolver a habilidade do otimismo e gerar pensamentos positivos, existem algumas técnicas derivadas da terapia cognitiva que podem ser incorporadas no dia a dia a partir de práticas simples.

Uma dessas práticas, ensina Martha, consiste em escrever os pensamentos negativos e, ao mesmo tempo, “um pensamento positivo que possa rebater essas ideias”, pois a tendência do pensamento pessimista é antecipar o pior. Explica que “é importante aprender a identificar esses pensamentos negativos e ir adquirindo a habilidade de debatê-los”, de modo que “vamos adquirindo a consciência desse estilo de pensamento” para ser possível identificá-los facilmente quando surgirem e gerar afirmações positivas das mesmas situações.

Outra prática recomendada é a gestão adequada das emoções. “Podemos realizar práticas para cultivar emoções positivas, uma dessas práticas pode ser a gratidão e a apreciação da beleza”, exemplifica Martha. Essas práticas estimulam as novas habilidades, afirma, pois, “aprendendo a identificar coisas boas que aconteceram no nosso dia, também pode ajudar-nos a mudar as emoções negativas e o jeito de olhar para situações e mudar as interpretações que fazemos das situações”. 

A professora diz que essas práticas auxiliam no aprendizado de novas habilidades: identificar coisas boas que aconteceram ao longo do dia ajudam a mudar as emoções negativas e o jeito de olhar para situações, modificando as interpretações sobre as situações vivenciadas. “Olhando com autocompaixão, enxergando o bom do nosso dia a dia, vivendo e desfrutando do momento presente”, completa.


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SE EU SOUBESSE O QUE SEI AGORA.

  Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e lhe falou: Sr. Bilac, estou precisando v...