quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁSIO = Amor e Paz Interior

 


 

 

 

Amor e Paz Interior

 

A paz é a conquista do amor entre o ser humano e o meio em que vive.

Viver em paz é viver o amor em contato com o mundo. Não há paz sem amor como não há amor sem paz.

A paz interior é a plenitude do espírito em equilíbrio com sua consciência. Este estado é alcançado através da vivência do amor.

A Paz interior não se alicerça sem a experiência com amor.

Paz interior é quietude íntima e inquietude quanto às injustiças no mundo. Quem está em paz consigo mesmo não desdenha a necessidade de transferi-la para outrem.

A paz é uma pessoa. Ela só é possível através do humano.

É pelo ser humano que ela se realiza. Quando o amor está presente no ser humano, ele se torna luz e paz para os que o cercam.

Quem tem a paz interior tem a certeza de sua participação e responsabilidade na construção de um mundo melhor. Significa sentir-se um com o cosmo, com a natureza, com a vida, com Deus.

A esperança e a certeza da vitória do Bem são motivações daquele que está em paz, pois lhe dão confiança no futuro e nos objetivos de Deus para com o ser humano.

Estar em paz consigo mesmo e com o mundo é usar as lentes do amor no contato com a realidade Quem a possui consegue ver o mundo como uma grande escola de aprendizagem e progresso.

A paz interior é um estado de felicidade permanente, conquistada com trabalho e amor em favor da Vida. Tal conquista se dá no contato com a experiência de viver em

sociedade. A reforma interior do ser humano torna-se possível quando ele adiciona o amor às suas atitudes. A quietude íntima invade sua alma permanecendo para sempre em trajetória evolutiva. Para se conquistar a paz interior é necessário atravessar o caminho da percepção de si mesmo. É preciso se ter a certeza e confiar num futuro melhor para aqueles que sabem amar. Comece pela percepção de seus defeitos e virtudes. É preciso ver em si mesmo a luz e a sombra.

Faça um programa de aquisição de tranquilidade interior iniciando pela fala, pelo pensamento e pela ação.

Tais atitudes realizadas com amor lhe darão o equilíbrio necessário à percepção de si mesmo.

A conquista da paz interior envolve o respeito e a admiração pelo outro. Ele é o espelho colocado em sua vida para que você mesmo possa se entender e aceitar-se.

Quem ama sabe do valor do outro em sua vida.

Quem quer que seja o outro em seu caminho, quer permanente ou eventual, é sempre alguém especial que lhe ensinará a viver. Respeitá-lo em sua singularidade é

princípio do amor ao próximo.

A paz interior confere ao indivíduo otimismo e

determinação em lutar e vencer as dificuldades da vida,

inerentes ao nível de evolução de cada um.

Quem detém a paz interior é possuidor de fonte

inesgotável de amor. O amor nunca se acaba para aquele

que encontrou a paz de consciência.

O equilíbrio verificado naqueles que estão em paz consigo mesmos, advém do amor que pacifica a alma e da ética comportamental que adotam em suas vidas e com os outros.

O coração de quem está em paz não tem mágoa nem ressentimento. Esses são sentimentos que não encontram ressonância em quem ama e sabe amar.

Imbuído da paz interior e do amor à humanidade, Gandhi propôs a não violência como atitude positiva diante das agressões do mundo. Nem passividade nem violência, mas atitude firme na busca da paz.

Se você se queixa de que nada dá certo em sua vida, tente o amor. Invista no amor. Persiga o amor. Proponha o amor para sua vida.

A paz interior é uma conquista do espírito imortal. Iniciar agora é começar uma jornada rumo à individuação.

 

Jesus mostrou-nos que a paz e a serenidade de espírito são fundamentais para a realização do amor pleno na Terra.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Atitudes para ser mais educado e gentil:

 Ser mais educado e gentil envolve respeitar o espaço físico e emocional dos outros, praticar a escuta ativa e demonstrar empatia genuína. Use palavras como "por favor", "obrigado" e "desculpe", mantenha contato visual, sorria e trate todos de forma igual, independentemente do cargo ou classe social. A gentileza vai além da etiqueta, exigindo atitudes altruístas, como ajudar sem esperar algo em troca e manter a calma em conflitos.

Atitudes para ser mais educado e gentil:

  • Comunicação Respeitosa: Utilize "por favor", "obrigado(a)", "com licença" e "bom dia". Evite interromper os outros e ouça com atenção.
  • Empatia e Gentileza: Coloque-se no lugar do outro e pratique o altruísmo, pensando no próximo. Ofereça ajuda quando perceber que alguém precisa.
  • Respeito ao Espaço: Não toque nas pessoas sem permissão, respeite a privacidade e não faça perguntas pessoais a quem mal conhece.
  • Comportamento em Público: Não fale alto em locais públicos, use fones de ouvido e não fure filas, há, reclamações não vam te ajudar em nada, só vai tr atrapalhar.
  • No Ambiente de Trabalho: Seja pontual, organize seu espaço e mantenha o bom humor para diminuir conflitos.
  • Comunicação Não-Verbal: Sorria ao cumprimentar e olhe nos olhos para demonstrar atenção.
  • Admitir Erros: Reconheça seus erros e peça desculpas genuínas, se necessário.
  • Educação: É um dever, um conjunto de regras de boas maneiras, cortesia e respeito, 
  • Gentileza: É uma escolha, um "privilégio" de quem age com o coração, oferecendo presença real e empatia

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

A ARTE DE CONVIVER EM FAMÍLIA


família é a primeira comunidade à qual uma criança tem acesso. É dentro dela que determinadas atitudes; como demonstrar e receber carinho, compartilhar, respeitar, falar e escutar, entre tantas outras; são aprendidas por meio do convívio. 

É realmente uma troca muito bonita a que ocorre no seio familiar, mas devemos reconhecer que essa convivência é uma arte e requer uma série de cuidados para que as divergências, que são inevitáveis, venham para trazer ensinamentos, e não rupturas.

Neste artigo, vamos refletir um pouco mais sobre a importância de conviver bem com a família, os principais desafios que essa convivência traz e algumas dicas para manter a harmonia nesse meio. Ficou curioso? Então, é só dar continuidade à leitura a seguir para descobrir tudo isso e muito mais!

A importância de conviver bem com a família

Conviver bem com a família é fundamental para o bem-estar emocional, psicológico e social das pessoas. A família é o núcleo básico da sociedade, e é nela que aprendemos a conviver em grupo, a compartilhar responsabilidades, a desenvolver relações de afeto e a lidar com conflitos.

A convivência familiar saudável pode trazer muitos benefícios para a vida das pessoas. Quando há um ambiente de apoio e compreensão em casa, isso contribui para a formação de uma autoestima saudável, ajuda no desenvolvimento da inteligência emocional, melhora a capacidade de resolução de problemas, estimula a criatividade e aumenta a sensação de segurança e pertencimento que essa rede de apoio oferece.

Por outro lado, o conflito e a falta de diálogo dentro de uma família podem gerar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental. Além disso, um ambiente familiar hostil pode prejudicar o desenvolvimento emocional e social das crianças, impactando negativamente a sua vida futura.

Portanto, é importante valorizar e cultivar os relacionamentos familiares, promovendo o diálogo, a compreensão, o respeito e a empatia. Dessa forma, é possível construir laços sólidos e duradouros, que proporcionam apoio e segurança emocional, mesmo nos momentos mais difíceis.

Os desafios da convivência em família

Cada indivíduo é único, e esse é um fato que não pode ser ignorado. Mesmo aqueles que vêm de uma mesma família e receberam a mesma criação são diferentes e têm a sua própria forma de agir e enxergar as coisas, simplesmente porque vivenciaram experiências que nunca serão exatamente iguais. É daí que surgem as divergências, pelo fato de cada um ter o seu ponto de vista sobre um mesmo assunto.

Dentro de uma família, o casal pode ter divergências sobre a forma correta de educar os filhos. Os filhos podem não concordar com as medidas adotadas pelos irmãos para cuidarem dos pais idosos. Os pais podem não aceitar as decisões tomadas pelos filhos ao se tornarem adultos. Enfim, são muitas as situações que podem ser geradoras de atrito, e é aí que a arte da convivência se faz necessária, tendo como base alguns pilares, como o respeito e a compreensão.

Como citamos no início do artigo, as divergências são inevitáveis, já que fazem parte do curso natural da vida. Assim, cabe a cada família encontrar maneiras de lidar com elas positivamente. Aquelas que conseguem demonstram que dominam a arte da convivência, algo que pode ser alcançado em meio a tentativas, erros, acertos, perdões e, claro, com a colaboração de todos os envolvidos.

10 dicas para conviver em família e manter a harmonia

Se você deseja dominar a arte de conviver em família e fazer do seu lar um ambiente harmônico, em que todos podem se sentir livres para serem quem são, precisa considerar os aspectos que serão apresentados a seguir. Se todos começarem a colocar essas ações em prática, conseguirão lidar pacificamente com as diferenças e crescer através delas.

  1.  Diálogo, diálogo e diálogo

Toda essa ênfase na palavra diálogo se deve ao fato de que esse é realmente um elemento indispensável para a boa convivência em família. Apesar de ser algo tão básico, muitos não reconhecem a sua importância e falam com os seus familiares apenas sobre assuntos triviais. Contudo, dialogar vai além disso e envolve expor sentimentos, dizer sinceramente o que pensa sobre determinado assunto, enfim, realizar uma troca genuína. A comunicação é a solução dos nossos problemas.

  1. Ouvir o outro antes de querer dar alguma opinião

Uma parte do diálogo que merece ser abordada com destaque é o ouvir. Embora pareça óbvio que uns ouçam os outros, a verdade é que nem sempre essa ação é realizada na essência, acolhendo verdadeiramente o que o outro diz. O que acontece em grande parte dos casos é que as pessoas apenas esperam a sua vez de falar, sem se dedicar à escuta. Assim, se você deseja que a sua família conviva em harmonia, comece a ouvir o outro antes de dizer qualquer coisa e incentive-o a fazer o mesmo.

  1. Ter regras básicas de convivência

Perceba que pode ser mais fácil dar-se bem com pessoas que você vê esporadicamente do que com aqueles que você vê todos os dias. Isso acontece porque, nas situações eventuais, o foco fica em contar as novidades e matar as saudades. Além disso, existem problemas simples do convívio que, se não foram resolvidos, podem desgastar as relações. Coisas comuns; como não lavar a louça, entrar em casa com os pés sujos ou reclamar das refeições; podem se acumular e gerar conflitos.

A melhor forma de evitar que esses atritos do cotidiano gerem desgaste na relação familiar é estabelecendo regras básicas de convivência. A maneira como isso será feito vai depender da configuração familiar. Os pais que têm filhos menores podem dar a eles pequenas tarefas, intensificando as responsabilidades de acordo com a idade. Ter essas regras possivelmente não evitará todos os problemas, mas ajudará a reduzi-los significativamente. Isso vale para crianças, adultos, casais etc.

  1.  Passar um tempo de qualidade juntos

Sentar juntos em volta da mesa apenas para fazer uma refeição ou à frente da TV sem ter qualquer diálogo não é o mesmo que passar um tempo de qualidade. Para isso, é necessário que todos se concentrem naquele momento, sem distrações (como o celular) e desfrutem da presença uns dos outros em plenitude. Qualquer situação que compartilhem pode se transformar em tempo de qualidade, desde que haja comunhão, conversa, entrega e, claro, amor. Isso faz a diferença nas relações.

  1. Demonstrar afeto uns pelos outros

Você se lembra quando foi a última vez que demonstrou afeto por um familiar? Caso tenha sido recente, ótimo, mas, se faz tempo, aproveite para começar a fazer isso com mais frequência. As diferentes linguagens do amor têm o poder de fazer bem a quem as recebe e estimular as pessoas a retribuírem. Assim, quando você é atencioso e direciona uma ação de carinho a uma pessoa, está tocando o seu coração e incentivando-a a continuar essa corrente, o que é ótimo para a convivência em família.

  1. Perdoar as falhas dos outros

Se há algo que todo ser humano vai fazer é falhar, até mesmo aqueles a quem mais amamos. Falar sobre isso é necessário porque, muitas vezes, colocamos uma carga muito pesada sobre os ombros dos nossos familiares, principalmente os pais, classificando-os como seres perfeitos e infalíveis. Mudar essa percepção e entender que os erros fazem parte do processo de evolução de todos é essencial para lidar com serenidade quando algo assim acontecer.

É claro que existem coisas que nos magoam, entretanto, negar o perdão a alguém, principalmente a um familiar, pode trazer dores muito grandes para todos os envolvidos e aqueles que os cercam. Portanto, encontre o equilíbrio entre respeitar os seus sentimentos e os dos outros, sem assumir uma postura de intransigência com os erros alheios. Em algum momento, você também vai errar e desejar o perdão, não é mesmo?

  1. Rever as próprias atitudes antes de criticar

Quando criticamos as atitudes de uma pessoa, automaticamente nos colocamos sobre um pedestal de perfeição, pois, momentaneamente, temos a sensação de que nunca erramos, o que não é verdade. Desse modo, é importante começar a rever as próprias atitudes antes de criticar alguém. A intenção com isso não é de que aceite tudo, mas que saiba conversar com o familiar que estiver fazendo algo que o magoa, sem ar de superioridade. Não julgue no outro aquilo que você também faz. Fique atento!

  1. Lidar com familiares com o mesmo carinho com que lida com amigos

Algumas pessoas têm mais intimidade e carinho com amigos do que com membros da sua família. Por mais que as amizades sejam verdadeiramente importantes, é preciso atentar-se também para a qualidade das relações familiares, pois elas são eternas, e nada poderá mudar isso. Assim, pense nas ações que você direciona aos amigos e que fazem falta no convívio em casa, como atenção, diálogo, solidariedade etc. Então, encontre maneiras de começar a praticá-las também em família.

  1. Saber ceder e evitar discussões desnecessárias

Se você for iniciar uma discussão por qualquer coisa mínima que não concorde, passará grande parte do tempo em atrito com familiares. Por essa razão, é preciso escolher com sabedoria quais serão as suas batalhas.

Lembramos que, aqui, não estamos falando de atitudes graves e que possam prejudicar alguém, mas de situações mais simples, em que ceder acaba sendo a melhor escolha. Apenas é importante tomar cuidado para não ser o único a ceder e começar a suportar uma carga emocional muito grande, que pode se tornar prejudicial com o passar do tempo. O equilíbrio entre os envolvidos é a chave para relações saudáveis.

  1. Ensinar todas essas ações por meio do exemplo

Por fim, é preciso dizer que a melhor maneira de ensinar todas essas ações aos seus familiares é por meio do exemplo. Lembramos que conversar a respeito é, sim, muito importante, mas as palavras deixam de ter valor quando não vêm acompanhadas de ações coerentes com elas. Isso se torna ainda mais necessário quando se tem filhos, pois, se aprenderem desde cedo a respeitarem os seus familiares e zelarem por essa relação, poderão colher muitos frutos ao longo do tempo.

A importância da boa convivência em família para construir um mundo melhor

Madre Teresa de Calcutá, conhecida por se dedicar a causas sociais, disse certa vez algo muito interessante e que nos faz refletir sobre a importância da boa relação familiar. Ela afirmou: “O que você pode fazer para promover a paz mundial? Vá para casa e ame a sua família”.

Realmente, é na família que o caráter de um indivíduo começa a ser formado. Quanto mais nos ocuparmos em cuidar das nossas crianças e dar a elas bons exemplos, melhores cidadãos formaremos para o mundo. Então, antes de pensar em ter qualquer atitude externa para construir um mundo mais justo, lembre-se do seu círculo familiar em primeiro lugar, pois essa é a semente mais poderosa que poderá plantar.

E você, ser de luz, como age para conviver bem com a sua família? Deixe o seu comentário no espaço a seguir. Além do mais, que tal levar estas informações a todos os seus amigos, colegas de trabalho, familiares e a quem mais possa se beneficiar delas? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

CREME DE BABOSA

 CREME DE BABOSA

Aqui vou ensinar como fazer um creme de babosa caseiro que tem diversas utilidades. Você poderá usá-lo como um hidratante para os cabelos e para o corpo, como um remédio natural contra a caspa, ou até como um poderoso cicatrizante, sem medo ser feliz.

Para este fim recomenda-se que sejam usadas somente duas espécies da planta: Aloe barbadensis e Aloe arborescens, que são conhecidas como Aloe vera ou babosa verdadeira. Essas duas espécies de aloe já foram suficientemente pesquisadas em estudos científicos controlados e para as quais se comprovaram a utilização medicinal que as culturas populares diversas já conheciam.¹

creme-aloe

Como preparar a receita

  • Corte uma folha saudável de babosa grande e gorda.
  • Retire a casca verde da folha, recolha o interior gelatinoso e misture com duas colheres de sopa de azeite de oliva ou de óleo de coco no liquidificador.
  • O azeite ou o óleo funcionam como conservantes e facilitam a aplicação, além de ampliar o potencial curativo da babosa.
  • Você também poderá acrescentar uma colher de sopa de mel. Ele contém propriedades que ajudam na recuperação da pele, e é um conservante natural que ajuda na cicatrização e recuperação da pele e do cabelo.

Tenha atenção para que não fique no creme nenhum pedaço de folha, por menor que seja. Se for preciso, coe o batido em um tecido fininho, espremendo bem.

O creme de babosa deve ser preparado em quantidade suficiente para usá-lo por, no máximo, um mês. Deve ser conservado na geladeira em frasco de vidro esterilizado e bem tampado.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

MAIS UMA HISTÓRIA "SEI QUE TUDO VAI DAR SERTO"

Sei que tudo vai dar certo!

 
Reproduçãos: google.com



Olá! Meu nome é Simone, tenho 34 anos. Sou casada há 12 anos e tenho 2 filhos, um casal.
No começo do meu casamento perdi um bebê, quando estava grávida de 7 meses. Foi terrível! Mas não bastava isso, também era muito humilhada pela família do meu marido. 
Já ele, aparentava um homem apaixonado, sempre gentil, sempre fazendo de tudo pra mim. Até que descobri que ele havia me traído no dia que a gente começou a namorar.
Isso mesmo! Me deixou em casa e passou a noite com a prima dele... Depois descobri que me traiu com a ex.
Aí começou a desconfiança... Resolvi esquecer. Passou algum tempo, fiquei grávida de novo. Minha filha nasceu e eu estava muito feliz! 
Mas aí descobri mais uma traição... E o tempo foi passando e mais outras traições. Tivemos outro filho e nada mudou! Eu sempre queria fazer um curso, para arrumar um emprego melhor, mas parecia que ele só pensava nele.
Apesar das mentiras, eu sempre apoiava ele em tudo! 
Sempre estava ali do lado dele, em todos os momentos. Eu não entedia... Sempre fui uma boa esposa, uma boa mãe! Sempre respeitei ele! Ele cuidava de mim, dos filhos, mas sempre mentia! Tanto cinismo!
Bom, me cansei! O ano passado, em 2013, após mais uma traição, nos separamos! Em 24 horas ele me implorou para voltar... Não quis!
 E ele então começou a fazer um inferno em minha vida! Não me dava paz! Me ameaçava... Então fui para casa dos meus pais, comecei a trabalhar, mas ele não me dava paz... O tempo passou e ele ali insistindo para voltarmos, ele já envolvido com outra pessoa, ou mais outras pessoas, não sei...

Ele começou a implorar, chorar para eu voltar, me prometeu que ia ser tudo diferente! Eu, trouxa, voltei depois de 6 meses, estava trabalhando. 
Hoje faz nove meses que voltamos... Me arrependo amargamente! Ele não mudou, continua mentindo, traindo! E o pior! Me maltrata! Não fisicamente! 
Mas psicologicamente e moralmente! Me humilha demais!! Estou fazendo faculdade, ele está pagando... Pois saí de onde estava trabalhando.
Hoje procuro emprego, um estágio, sei lá, qualquer coisa! Me prejudiquei muito por causa dele. Me afastei do mercado de trabalho... Deixei de cuidar de mim, de ter amigos! As vezes dá vontade até de morrer! Mas uma força vem aqui de dentro! Sei que vou superar, que apesar da dificuldade de arumar emprego, eu vou conseguir! Vou cuidar de mim! Dos meus filhos!
Sei que tudo vai dar certo!




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A alstroeméria (astromélia COMO PLANTAR E CUIDA).

 

A alstroeméria (astromélia) precisa de solo fértil, úmido, bem drenado e adubação rica em potássio durante a primavera/verão para florescer. Prefere sol parcial ou pleno, mas precisa de proteção em dias muito quentes. Remova hastes velhas da base para incentivar novas flores.

Cuidados no Cultivo:
  • Luz: Precisa de pelo menos 4 horas de sol direto ou luz indireta brilhante.
  • Regas: Mantenha o solo úmido, mas não encharcado, para evitar a podridão das raízes carnudas.
  • Solo: Rico em matéria orgânica e com excelente drenagem.
  • Temperatura:
     Prefere climas amenos; no inverno rigoroso, proteja com cobertura morta
    .
  • Propagação: Pode ser feita por divisão de rizomas.
Cuidados com Flores de Corte (Buquês):
  • Troque a água a cada dois dias para manter a higiene.
  • Corte cerca de 2 cm do caule antes de colocar na água.
  • Mantenha em local fresco e com luz solar indireta.
  • Use adubo floral se disponível.
Para manter a planta saudável, fertilize semanalmente durante a estação de crescimento.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

DOAÇÃO DE SANGUE

  Os requisitos para doar sangue é estar com bom estado de saúde e seguir os seguintes passos:

  • Estar alimentado. Evite alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue.
  • Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
  • Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
  • A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem e de três doações de sangue anuais para as mulher.
  • O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

Quais são os impedimentos temporários para doar sangue?

  • Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
  • Período gestacional;
  • Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana;
  • Amamentação: até 12 meses após o parto;
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impedem a doação);
  • Extração dentária: 72 horas;
  • Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses;
  • Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses;
  • Transfusão de sangue: 1 ano;
  • Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina;
  • Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos 6 meses;
  • Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a exposição).

Quais são os impedimentos definitivos para doar sangue?

  • Ter passado por um quadro de hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue:  Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis;
  • Malária

Como doar sangue?

Para doar sangue, basta procurar as unidades de coleta de sangue, como os Hemocentros, para checar se você atende aos requisitos necessários para a doação.
Existem impedimentos temporários e também impedimentos definitivos. No mais, basta estar embuído pelo desejo de ajudar o próximo.

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UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁSIO = Amor e Paz Interior

        Amor e Paz Interior   A paz é a conquista do amor entre o ser humano e o meio em que vive. Viver em paz é viver o amor e...