quinta-feira, 26 de junho de 2025

LUBRIFIQUE A PELE COM SUCOS ! ! !



Para manter a pele lubrificada, sucos ricos em vitaminas e antioxidantes são uma ótima opção. Sugestões incluem suco de melancia com gengibre para hidratação e ação antioxidante, e sucos verdes com couve, pepino e limão, que auxiliam na limpeza da pele e fornecem nutrientes essenciais. Além disso, sucos com frutas cítricas como laranja e acerola, ricos em vitamina C, podem ajudar na produção de colágeno. 

Opções de sucos:
  • Suco de melancia com gengibre:
    A melancia é rica em água e antioxidantes, enquanto o gengibre possui propriedades anti-inflamatórias. Suco verde clássico:
  • Couve, pepino, limão e outras frutas/vegetais verdes são ótimas fontes de vitaminas e minerais. Suco de laranja com cenoura e gengibre:
  • A laranja é rica em vitamina C, a cenoura em betacaroteno e o gengibre em antioxidantes. Suco de abacaxi com hortelã:
  • O abacaxi possui enzimas que auxiliam na digestão e a hortelã propriedades refrescantes. Suco de limão com pepino e hortelã:
  • O limão clareia manchas, o pepino hidrata e a hortelã acalma a pele. Dicas adicionais:
  • Alimentos ricos em ômega-3: Salmão, linhaça e chia podem ajudar na lubrificação da pele. 
  • Evite alimentos processados: Reduza o consumo de alimentos ricos em açúcar e gorduras saturadas.
  • Beba água: Manter-se hidratado é fundamental para a saúde da pele. 
  • um profissional: Consulte um dermatologista ou nutricionista para obter orientações personalizadas.
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Amor e Carência

Amor e Carência

Algumas pessoas se unem a outras por carência

afetiva ou por medo de ficar só. O amor é mascarado pela

necessidade de preencher um vazio deixado por motivos

ligados à infância ou ao passado espiritual da criatura.

Nesses casos, quando a carência é suprida e vem a

maturidade psicológica, um deles, ou os dois, estando em

crise, geralmente descobrem que não havia amor entre si.

Nem sempre quando o parceiro preenche as

necessidades sociais e culturais do outro, pode-se afirmar

que isso é amor. Casar ou unir-se a alguém pode ocorrer

por “imposição” cultural. Por vezes casa-se porque todo

mundo casa, porque os pais se casaram, os avós, o vizinho

e também por imaturidade psicológica.

Alguns procuram um parceiro para não ficarem sós,

por não saberem viver na solidão sexual ou emocional.

Necessitam de alguém para companhia, para sentirem-se

amparados e cuidados, para terem filhos, para não ficarem

sós na velhice.

Há também a procura do parceiro por necessidade

sexual, para permutar energias, para obter prazer,

descarregar seus desejos reprimidos. São diversos os

motivos pelos quais se procura um parceiro.

As decepções e abandonos sofridos na infância, as

perdas acumuladas e não elaboradas, podem fazer com

que as pessoas se liguem umas às outras, na expectativa da

satisfação inconsciente de solucionar aqueles conflitos.

A carência do amor está presente na criatura humana

e ela, muitas vezes, busca-o para satisfazer um outro nível

de necessidade. Alguma expectativa não atendida num

período de sua vida vai ensejar a necessidade futura.

Amar e ser amado é o desejo de toda criatura, porém

tal equação tem sido resolvida de forma dolorosa. É

realmente dolorosa uma existência sem amor. Intimamente

temos a necessidade de nos sentirmos unidos a alguém que

possa servir como catalisador de nossas emoções.

Necessitamos ser tocados, afagados, para nos sentirmos

vivos. Quem não sente falta de uma companhia nas horas

de solidão e de angústia? Principalmente uma companhia

amiga que nos devolva o que lhe oferecemos.

Se a solidão e a carência estão minando-lhe as forças

de forma persistente, investigue a fundo sua consciência

procurando descobrir em você, quais os aspectos que

podem ser transformados para facilitar seu encontro com o

outro.

Muitas vezes transformamos nossas vidas em

experiências de dores sucessivas por inabilidade para nos

relacionarmos adequadamente. O autoconhecimento e a

percepção de si mesmo favorecerão as mudanças que se

fizerem urgentes.

Se a saudade fizer aumentar a carência, não olhe

para o passado que não mais retorna, mas para o futuro

ditoso que nos aguarda, fruto do amor que dedicamos à

Vida.

A carência não resolvida pode nos levar à doença.

Pode permitir em nós a instalação de processos agressivos

ao corpo. O antídoto é o amor pelos que não têm amor. O

corpo é um vaso reflexivo do psiquismo que o usa.

Entendê-lo como caixa de ressonância nos permitirá

decifrar os mecanismos da mente que dela se utiliza.

A procura pela satisfação, a qualquer preço, das

carências instintivas, pode levar o indivíduo à obsessão e

insatisfação constantes. A carência em excesso conduz a

comportamentos desagradáveis, pois coloca sobre o outro

uma elevada exigência de provas de amor que acabam por

sobrecarregá-lo, ensejando o rompimento dos laços

afetivos.

Se você se encontra sob o signo da carência sexual,

não permita que sua união se dê por este motivo. Eleve seu

amor ao nível espiritual e ele acalmará sua sede instintiva.

A carência em ser amado, em ser querido por

alguém, pode ser satisfeita a partir do momento em que


nos dispomos a atender às necessidades de outros que se

encontram na mesma situação.

A carência, às vezes, decorre da posse que pensamos

ter sobre as pessoas. Não aprendemos a amar sem possuir,

sem libertar.

A dependência gerada pela satisfação superficial das

carências leva o indivíduo a perder seus referenciais e

limites. Toda dependência deseduca, como todo excesso

vicia.

Quando você se sentir só, sem um amor, sem nada

que lhe motive a vida, você estará carente do amor da

falta, que poderá mudar sua vida. Esse amor é aquele que

você precisa urgentemente destinar a algo ou alguém. Dê

amor que ele nunca lhe faltará.

A maior carência que temos é a de amar

verdadeiramente. Não a de sermos amados, mas a de

sabermos amar sem possuir. Ser amado sem amar

incomoda menos que amar sem ser amado, pelo nosso

estágio embrionário de evolução. Um dia saberemos amar

sem exigir amor.

A realização do amor não permite a instalação do

estado de carência naquele que ama.

Jesus, com seu amor, pode suprir a nossa

carência de amar.

quarta-feira, 25 de junho de 2025

ÁGUA SOLARIZADA

água solarizada é uma prática que envolve a exposição da água à luz solar direta, com o objetivo de energizá-la e, segundo alguns, conferir-lhe propriedades terapêuticasA técnica consiste em colocar água em um recipiente de vidro, idealmente colorido, e deixá-la sob a luz do sol por um período específico, variando de acordo com a intensidade da luz.
Como fazer água solarizada:
  1. 1. Escolha o recipiente:
    Utilize um recipiente de vidro, preferencialmente colorido (azul, verde, amarelo, etc.)
  1. 2. Encha com água:
    Encha o recipiente com água filtrada ou mineral. 
  2. 3. Exponha ao sol:
    Deixe a água sob a luz solar direta por um período mínimo de uma hora, podendo chegar a várias horas, dependendo da intensidade do sol
  3. 4. Consumo:
  4. A água solarizada pode ser consumida pura ou utilizada em práticas terapêuticas, como borrifar no ambiente. 
  5. Benefícios da água solarizada:
Embora não haja comprovação científica robusta sobre os benefícios da água solarizada, algumas pessoas relatam resultados como:
  • Energização e equilíbrio:
    Acredita-se que a água solarizada energiza o corpo e a alma, promovendo equilíbrio e bem-estar
Propriedades terapêuticas:
  • A água solarizada pode ser usada para combater infecções, inflamações e aliviar tensões emocionais, dependendo da cor utilizada
  • Equilíbrio de chakras:
  • Acredita-se que a água solarizada de diferentes cores pode equilibrar os chakras, centros de energia do corpo.
  • Observações importantes:
  • Cor da água:
    A cor do recipiente de vidro influencia as propriedades da água solarizada. Por exemplo, a água solarizada em vidro azul é associada à tranquilidade, enquanto a verde à harmonia.Sol:
  • A intensidade do sol e o tempo de exposição são fatores importantes para a energização da água
Sem comprovação científica:
  • É importante ressaltar que não existem estudos científicos que comprovem os benefícios terapêuticos da água solarizada
  • Se você decidir experimentar a água solarizada, é recomendado que você pesquise e se informe sobre os diferentes métodos e cores, e sempre utilize água de boa qualidade. 

terça-feira, 24 de junho de 2025

BELEZA SEM PADRÃO.

 


Qnunca se sentiu desconfortável com sua aparência ou buscou pertencer a um padrão,

Quem nunca se sentiu desconfortável com sua aparência ou buscou pertencer a um padrão que atire a primeira pedra. Será que podemos fugir da discussão de beleza e padrões? O tema é de extrema importância para a área de consultoria de imagem e para o contexto atual. Trago alguns conceitos que considero fundamentais para a nossa discussão. 


O que é beleza? 

Pela etimologia, a palavra beleza é originada do latim “bellus”, a ideia de bonito, belo, encantador e o sufixo – “eza” para atribuir relação. A palavra beleza quer dizer, então, o que está relacionado com o belo. [1] 

Mas a beleza não é uma só. Existe uma forte influência dos padrões sociais, estéticos e subjetivos para entender sua manifestação. Esses padrões são influenciados pelas condições e circunstâncias socioculturais de uma época. Então, o conceito de beleza e a sua relação social mudam conforme o tempo e lugar. 


A beleza ao longo da história e os padrões

Vejam que na pré-história, mulheres obesas tinham o tipo físico ideal, pois significava que eram bem nutridas, o que supostamente as tornava melhores para procriar. Em outras épocas, como no renascimento, a gordura também era sinal de poder aquisitivo e classe social. [2] 

Com filósofos como Pitágoras, Aristóteles e Platão, vieram os padrões de beleza baseados na arte e que incluíam conceitos matemáticos de proporção e simetria. [3] 

Em outros momentos, novas vertentes surgiram, como a do filósofo Kant que trouxe o entendimento que belo é o que agrada universalmente, sem relação com qualquer conceito. [4] Outra visão inclui o intelecto e o estilo de vida das pessoas para definir o que é belo e não mais apenas a aparência do corpo em si. 

Com o passar dos anos, vimos os padrões de beleza serem transformados, mas levando ainda como referência a arte, dessa vez nas revistas, cinemas e novelas. 

Desde sempre existiram padrões de beleza na sociedade.
O grande risco atualmente é a busca por padrões que considero opressivos. 

A atuação da mídia e o advento das redes sociais intensificaram a exposição desses padrões, que passaram a ser vendidos como se fossem algo a ser seguidos e alcançados a qualquer preço. Somos bombardeados o tempo todo por corpos, rostos e pessoas “perfeitas” e isso se reflete no aumento da busca por procedimentos estéticos e intervenções para alterar os corpos e os rostos. 

“Nos últimos cinco anos, as despesas com o consumo duplicaram, a pornografia se tornou o gênero de maior expressão, à frente dos discos e filmes convencionais somados, e trinta e três mil mulheres americanas afirmaram a pesquisadores que preferiam perder de cinco a sete quilos a alcançar qualquer outro objetivo. Um maior número de mulheres dispõe de mais dinheiro, poder, maior campo de ação e reconhecimento legal do que antes. No entanto, em termos de como nos sentimos do ponto de vista físico, podemos realmente estar em pior situação do que nossas avós não liberadas. Pesquisas recentes revelam com uniformidade que em meio à maioria das mulheres que trabalham, têm sucesso, são atraentes e controladas no mundo ocidental, existe uma subvida secreta que envenena nossa liberdade: imersa em conceitos de beleza, ela é um escuro filão de ódio a nós mesmas, obsessões com o físico, pânico de envelhecer e pavor de perder o controle.” [6] 

Infelizmente, a maioria dos padrões atuais são irreais e acabam por gerar transtornos alimentares e causam distorções de imagem que acabam por reforçar preconceitos e trazer à tona sentimento de frustração e de não pertencimento.

Vejam bem, eu mesma já fiz alguns procedimentos e entendo que são necessários em alguns casos, desde que a busca não seja para se transformar em outro. Essa é justamente a linha tênue entre o que nos é imposto pelos padrões de beleza e o que é suficiente e necessário para nos fazer felizes com nossa aparência.


 

Somos simétricos? 

Um dos parâmetros utilizados desde a escola pitagórica até os dias atuais é o conceito de simetria. Acho fundamental esclarecer esse conceito. Simetria significa que as duas partes de um elemento são iguais, podendo ser sobrepostas, de forma que coincidam. Algumas formas geométricas, objetos artísticos, itens presentes na natureza ou mesmo corpos humanos são simétricos. No caso do corpo ou rosto humano, a simetria é associada à harmonia das formas e, portanto, à beleza.” [7] 

Somos nós simétricos? A resposta é não mesmo! Levando em consideração o rosto, ao traçar uma linha ao meio, por certo teremos repetição dos elementos, como citado acima. Mas somos assimétricos! Podemos ter uma sobrancelha, um olho ou o canto superior da boca mais alto de um lado do que o outro. 

Existe algo errado nisso? De jeito nenhum! A grande preocupação são pessoas querendo mudar seus rostos por conta de uma assimetria sutil por acharem que é importante estar dentro dos padrões de simetria impostos. 


Existe um padrão? 

Mas, e o que é um padrão? É uma “base de referência que é usada para determinar as qualidades ou características de alguma coisa; norma” [8].  Entretanto, quem já estudou qualquer coisa sobre seres humanos sabe que somos diversos e múltiplos. Vê-se, então, que isso de existir um padrão já cai por terra. 

Voltando à atuação da mídia, as campanhas publicitárias são quase sempre feitas por modelos magras e jovens, muitas vezes até menores de idade. Como a mulher pode se reconhecer? Será que uma modelo de 14 anos sem ter passado por transformações – hormonais, corporais, envelhecimento da pele – representam uma mulher de 35, 40, 50, 60 anos? Claro que não!

Essa semana ao andar pelo shopping para fazer pesquisa, me chamou a atenção uma única loja que tinha uma mesma vitrine um manequim preto e outro gordo. Na maioria dos expositores, os manequins são brancos, prateados e magros, com corpos irreais. Como a cliente se sentirá bonita ou sentirá que faz parte se ela não se vê em uma vitrine, por exemplo? 

Poderá alguém ser considerado como não belo por não pertencer a um padrão? Muitas vezes sim. Mas me pergunto: Isso é correto? Ninguém escolhe nascer com determinada cor de pele, com determinado cabelo ou com determinada forma corporal. Já que não é algo escolhido, merece ser desqualificado por isso? A minha resposta é não. Além do mais, o estabelecimento de um padrão de beleza em nada contribui para o respeito às diferenças. Pelo contrário, vai na contramão. 


Beleza na diversidade 

Além de tudo já dito, o conceito de belo e feio são subjetivos. Isso deve ser plural, ou seja, incluindo as diferenças. Acredito que a beleza está exatamente na diversidade. E isso é o que bem encontramos no Brasil. Um país tem que como forte característica a diversidade cultural, de sotaques, de cor de pele, de cabelos, de corpos. 

Podemos continuar julgando a beleza das pessoas levando em consideração conceitos antigos? Olhe ao seu redor… o que você vê? Quem são as pessoas que estão à sua volta? Como elas são? O que as torna únicas? 

Vejo a consultoria de imagem como um espaço para as mulheres se reconhecerem na sua integralidade: nos seus corpos, seus cabelos, sua pele. Por isso, acredito que uma forma de incluir e mudar isso é quebrar a nossa visão da importância de existir um padrão. 

As minhas clientes, mulheres em sua maioria, transitam entre as diferentes características. A abordagem com cada uma é diferente por se tratar de um olhar individualizado. Mas, uma coisa se repete: a necessidade de me esvaziar de minhas crenças e gostos pessoais para abrir espaço para acolher e fazê-las abraçar suas próprias belezas. Cada dia é um aprendizado diferente. Um olhar que venho desenvolvendo e aprimorando ao longo desses quatro anos de atuação. Pouco tempo? Talvez, por isso falo que estou sempre aberta ao aprendizado. 

Muito já avançamos nesse sentido, mas ainda existem profissionais que não se abriram para esse olhar. Tudo bem! Ainda é tempo para isso. É preciso ter um olhar aberto para a diversidade. Isso não pode ser usado como a sustentabilidade, que é citada muitas vezes por finalidade comercial. Tem que ser real! 

“Quando a gente aprende a se identificar, se aceitar e se amar em toda completude, é o que eu chamo de beleza que vem da alma. E, quando isso acontece, a gente está pronta para mudar o mundo.” (Referência ao meu artigo: Se a beleza pode curar, sustentar e transformar, imagine quando ela aflora da alma)                                                                                          E você, o que anda fazendo para que a transformação exista?

Apaixonada por beleza e estética desde a pós-graduação em fisioterapia dermatofuncional. Migrou para o mercado de moda e formou-se em Design de Moda no IED Rio-Barcelona. É consultora de imagem e pauta seu trabalho na humanização, redescoberta da beleza e consumo consciente. Atual líder do núcleo Nordeste da AICI Brasil.



 

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COMPAIXÃO

COMPAIXÃO =  Não é sentir pena ou tomar tristeza. É olhar de maneira amorosa para si mesmo e para o outro, fazendo emergir qualidades que t...