A fé nos faz chegar onde sequer imaginamos um dia, nos permite driblar as dificuldades da vida e alcançar as mais doces vitórias. Por isso, não deixe de manter a sua fé e confiança em Deus. Tenha uma boa tarde!
A fé nos faz chegar onde sequer imaginamos um dia, nos permite driblar as dificuldades da vida e alcançar as mais doces vitórias. Por isso, não deixe de manter a sua fé e confiança em Deus. Tenha uma boa tarde!
O PEQUENO BEIJA-FLOR
voou e já muito cansado
adentrou por um bonito jardim, cercado de belas flores e
formosas árvores.
Avistou uma linda roseira branca, com um pequeno
botão que em breve abriria para vida. Então pousou na roseira,
que ao sentir seu peso sacudiu suas folhas e falou para a
ave:
– Por favor! Vá pousar em outro lugar, pois, se não
reparou, estou com apenas uma haste para sustentar o meu
pequeno botão e com seu peso não dará para aguentar!
O Beija-flor, sorridente, falou:
– Por que tanto cuidado com esse frágil botão, que me
parece que vai nascer e logo murchar?
Aroseira, calmamente, exclamou:
– O Pai Criador tudo pode, tudo vê e com certeza tem um
bom propósito para tudo nessa vida! Precisamos abrir mão do
nosso próprio querer para desejar aquilo que o Senhor
projetou
para nossa vida.
O pequeno Beija-flor voou intrigado para a goiabeira e
por ali ficou observando a roseira, que nos dias de chuva se
desdobrava para proteger a pequena haste que sustentava o
botãozinho, e nos ventos fortes a cobria com suas folhas.
O Beija-flor via o botão crescendo, mas ele queria ver se
iria mesmo nascer.
Então, depois de alguns dias, logo após o nascer do sol, o
Beija-flor voou para ver o botão de perto, achando que já
poderia ter morrido, quando teve a surpresa de ver que havia
desabrochado uma linda e radiante rosa branca, que brilhava
sacudindo suas folhas e perfumando o jardim.
Então ele entendeu que realmente Deus tudo pode e que
deve sempre tem um proposito para tudo na vida.
Crianças:
Tudo que Deus criou tem um propósito bom e útil,
mesmo que aos nossos olhos pareça inexpressivo e não
consigamos entender. Por isso, devemos ser respeitosos e
gentis, contribuindo para que o nosso planeta seja melhor e
as
Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e lhe falou: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor conhece tão bem. Poderia redigir um anúncio para o jornal?
Olavo Bilac, muito solícito, apanhou um papel e escreveu:
Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda
Meses depois, o poeta topa com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
Nem pensei mais nisso, disse o amigo. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
Às vezes, para que possamos reconhecer o valor dos tesouros que possuímos, é preciso que alguém nos abra os olhos. E isso não acontece somente com relação aos bens materiais, mas também no campo afetivo.
Talvez motivados pela rotina ou pela acomodação, passamos a observar apenas as manias ou os pequenos defeitos daqueles que convivem conosco, esquecendo-nos das qualidades boas que eles possuem.
Não é raro alguém de fora nos surpreender com uma lista de virtudes dos nossos filhos, que passam despercebidas aos nossos olhos.
Ou, então, um colega que elogia nosso esposo ou esposa ressaltando qualidades que não estamos percebendo.
Esposas que criticam o marido porque ele não abre a porta do carro para ela, não puxa a cadeira para ela se sentar, esquece o aniversário de casamento, não lhe oferece flores no dia dos namorados...
Essas esposas não levam em conta que aquele mesmo homem é um pai carinhoso, dedicado, é trabalhador, honesto, e sempre que ela precisa, ele está por perto para ajudar.
Há maridos que desvalorizam suas esposas porque nem sempre estão em dia com a moda, porque os cabelos brancos não estão bem camuflados, porque não lhe dão atenção integral quando dela necessitam...
Esses esposos certamente não se dão conta do valor que essas mulheres têm. Não percebem quantas noites elas são capazes de passar acordadas, vigiando o filho doente, e enfrentar dias inteiros de trabalho exaustivo, sem reclamar.
Não se dão conta de que essas mulheres, tantas vezes, fazem verdadeiros malabarismos financeiros para poupar o marido de saber que o dinheiro do mês foi curto.
Mães e pais que criticam os filhos porque não atendem a todos os seus caprichos, ou porque nem sempre fazem as coisas como lhes determinam, esquecidos de que esses garotos e garotas têm muito valor.
São jovens que prezam pela fidelidade, que respeitam opiniões contrárias, que valorizam a família, que se dedicam a causas nobres, jovens saudáveis e cidadãos de bem.
Assim, não façamos como o comerciante que queria vender seu sítio, e ao ler o anúncio redigido por alguém de fora, mudou de idéia.
Tenhamos, nós mesmos, olhos de ver, ouvidos de ouvir e sensibilidade para sentir as boas qualidades e as virtudes daqueles que nos seguem mais de perto.
Você sabia?
Você sabia que há pessoas que nem sempre conseguem demonstrar seus verdadeiros sentimentos?
Talvez por medo de uma decepção ou por timidez, escondem-se atrás de uma couraça de proteção que as faz sentir-se mais seguras.
E essa forma de isolar-se, muitas vezes pode aparecer disfarçada de agressividade ou de comportamento anti-social.
É por essa razão que precisamos desenvolver nossa capacidade de penetrar os sentimentos das pessoas, um pouco além das aparências.
FIM.
A colméia é formada por células de cera, que se contam aos
milhares. Em algumas dessas células existem ovos ou larvas de abelha. Outras
servem como depósitos de pólen e de mel. Essas são os favos de mel.
Numa colméia podem existir até 70 mil abelhas, que exercem
diferentes funções.
As operárias são as que alimentam as larvas, cuidam da colméia,
trazem comida para todos os habitantes da comunidade. Elas começam como
faxineiras, limpando as células onde estão os ovos. Depois produzem a geléia
real que serve para alimentar as abelhas mais jovens e a rainha. Também
trabalham como babás alimentando as abelhinhas mais crescidas com pólen e mel.
Com dez dias de vida elas se tornam construtoras. Começam a
produzir cera, que lhes permite construir e remendar as células da colméia.
A rainha tem como tarefa botar ovos, dos quais sairão as
operárias, os zangões e as novas rainhas. No verão chega a botar em um só dia
1.500 ovos.
O zangão, desde que nasce, tem por tarefa a procriação com a
rainha. Depois morre.
Tudo na colméia reflete ordem, equilíbrio.
As operárias são também as que saem da colméia para buscar a
matéria prima de que necessitam. Estranhamente, elas nunca se enganam no
caminho de volta para casa, para onde retornam com sua preciosa carga.
Embora sua vida seja curta, de cinco semanas apenas, elas não se
cansam de trabalhar, sem cansaço, pelo bem-estar de toda a equipe.
Podemos pensar na família como uma colméia racional. Cada um tem
sua tarefa a cumprir, visando o crescimento da pequena coletividade, como exige
o lar.
E todos são importantes no desempenho do grupo doméstico.
É no seio da família, na intimidade do lar, que se vão descobrir
operárias incansáveis, trabalhando sem cessar, não se importando consigo
mesmas. Em constante processo de doação.
É na família que se aprende a transformar o fel das
dificuldades, as amarguras das incompreensões no mel das atenções e do
entendimento.
É ali que se exercita a cooperação. Afinal, como a família é uma
comunidade, há necessidade de ajuda mútua.
Quando a família enfrenta as dificuldades com união, cresce e
supera problemas considerados insolúveis.
Para que a família progrida no todo, cada um deve se
conscientizar de sua tarefa e realizá-la com alegria.
É por este motivo que as crianças devem ser incentivadas, desde
cedo, a pequenas tarefas no lar.
Retirar os pratos da mesa, lavar a louça, aquecer a mamadeira do
menorzinho.
Renúncia a um pequeno lazer para satisfazer o outro. Nem que
seja somente a satisfação da companhia ou de um diálogo amistoso.
Se na colméia familiar reinar o amor, conseguiremos com certeza
ter elementos para uma atuação segura, verdadeiramente cristã, junto à família
maior, na imensa colméia do mundo.
***
A família é abençoada escola de educação moral e espiritual. É
oficina santificante onde se burilam caracteres. É laboratório superior em que
se refinam ideais.
FAMILIA É SIMPLICIDADE NO VIVER
O que une verdadeiramente uma família é o amor que todos os seus membros nutrem uns pelos outros, é o respeito e admiração que vão conquistando ao longo do tempo.
Para formar esses laços é necessário manter a comunicação.
Então, é fundamental conseguir construir fortes pilares de confiança com nossos filhos e conquistar a estabilidade em casa.
Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. Por isso separamos 4 dicas de como ter mais momentos de união entre os familiares, fortalecendo as relações dentro de casa. Confira:
OBS.: Uma família unida tem como base princípios genuínos e sentimentos verdadeiros
Orar é falar com Deus, algo que podemos fazer a qualquer momento ou em qualquer situação. Deus está atento ao clamor de seus filhos, e podemos nos aproximar de Sua presença com total confiança sempre que precisarmos. Fale com ele hoje!
Meu Senhor e Deus, tu és tão bom! Obrigado pela bênção de poder ver este novo dia. Obrigado pela minha família e pela saúde que nos dás. Acompanha-nos neste dia enquanto realizamos cada uma de nossas tarefas e ajuda-nos a dar o nosso melhor para a tua glória e honra. Queremos que tu sejas exaltado em tudo o que fazemos, Pai amado.
Senhor, queremos viver para ti hoje e todos os nossos dias. Queremos obedecer-te e viver conforme a tua vontade. Nosso grande desejo é agradar-te em tudo o que fazemos. Ajuda-nos, por favor, a ser uma bênção para todos ao nosso redor.
Abençoa-nos hoje e cuida de mim, da minha família e de todos aqueles que amamos, Pai. Estamos em tuas mãos. Dá-nos um dia cheio de paz, por favor. Em nome de Jesus, amém.
As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se ESFORÇA para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É UM DOM que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: É A ELEGANCIA DESOBRIGADA
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece.
É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É ELEGANTE Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto.
Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É ser amigo sem conivência negativa.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.
* * *
PENSE NISSO
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
TENHAM UMA BOA TARDE.
Vivemos em um mundo que valoriza extremamente os bens materiais.
Em sua maioria, as pessoas valorizam ou não o próximo, a partir do que o outro possui e aparenta, e não pela essência de seu SER
Em um mundo dominado por nações materialistas e ainda sem ter alcançado suficiente desenvolvimento espiritual, grande parte das pessoas dedica sua vida a acumular dinheiro e bens materiais.
Desde cedo as crianças se acostumam a ter o que querem. E passam a valorizar seus amigos por suas aparências.
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
Sem dúvida que as posses materiais são uma conquista sócioeconômica do ser humano, ao longo de suas inúmeras jornadas na Terra.
O desenvolvimento material das sociedades é importante, pois gera melhorias na qualidade de vida, incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências, das artes.
Todas essas conquistas permitem à Humanidade superar obstáculos de sobrevivência básica e, com isso, a possibilidade de desenvolver seu lado espiritual e moral.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores morais e leva o indivíduo a elevar-se como Espírito.
O risco da posse ou da aquisição da propriedade não está no fato em si, mas da maneira como isto se dá e no que representa emocionalmente.
A aquisição de bens materiais não deve ter como base a avareza, e como objetivo a conquista de posição social passível de inveja ou de submissão de outrem.
A conquista material deve ser resultado do trabalho digno e constante, frequentemente oriundo de uma profissão baseada em estudo e preparo.
A conquista material deve prover conforto e equilíbrio àqueles que a possuem, mas jamais levar ao desequilíbrio das posses supérfluas e do modo de vida de ostentação e prazeres intermináveis.
Quem acumula bens materiais em quantidade superior àquela necessária à sua dignidade bem como de sua família, tem uma obrigação moral: dividir seus bens de uma maneira inteligente e sensata.
Obviamente que a doação àqueles que necessitam é necessária e nobre, mas a verdadeira divisão é baseada na geração de empregos e desenvolvimento.
Para ter tal lucidez é preciso que o indivíduo já tenha maior evolução espiritual a fim de que possa perceber que de nada serve uma fortuna acumulada em instituições financeiras e transformada apenas em bens de uso próprio.
É preciso ter equilíbrio, é preciso pensar no próximo, é preciso ser mais do que ter.
A felicidade, na Terra, independe do que se tem, mas se constitui naquilo que o ser cultiva interiormente em termos de amor sincero, ilimitado e em simplicidade.
Redação do Momento Espírita com base no cap. Propriedade, do livro Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,ed. Leal.
\ BOA TARDE, E PENSE NESTAS PALAVRAS. ❝ ... palavras ditas ao som do vento ... se perdem como borboletas em meio a ventanias ... mas pal...