quarta-feira, 17 de junho de 2026

 


 A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se ESFORÇA para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É UM DOM que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: É A ELEGANCIA DESOBRIGADA

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam. 

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

 Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece.

É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.

É elegante não ficar espaçoso demais. 

É ELEGANTE Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. 

Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.

É ser amigo sem conivência negativa.

Ser sincero sem agressividade.

É ser humilde sem relaxamento.

Ser cordial sem fingimento.

É ser simples com sobriedade.

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.

É superar dificuldades com fé e coragem.

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

                                * * *

                           PENSE NISSO

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.

Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

TENHAM UMA BOA TARDE.



UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁDIO -- O EQUILIBRIO ENTRE O SER E O TER

 

O equilíbrio entre o ser e o ter


Vivemos em um mundo que valoriza extremamente os bens materiais.

 Em sua maioria, as pessoas valorizam ou não o próximo, a partir do que o outro possui e aparenta, e não pela essência de seu SER

Em um mundo dominado por nações materialistas e ainda sem ter alcançado suficiente desenvolvimento espiritual, grande parte das pessoas dedica sua vida a acumular dinheiro e bens materiais.

Desde cedo as crianças se acostumam a ter o que querem. E passam a valorizar seus amigos por suas aparências.

O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.

Sem dúvida que as posses materiais são uma conquista sócioeconômica do ser humano, ao longo de suas inúmeras jornadas na Terra.

O desenvolvimento material das sociedades é importante, pois gera melhorias na qualidade de vida, incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências, das artes.

Todas essas conquistas permitem à Humanidade superar obstáculos de sobrevivência básica e, com isso, a possibilidade de desenvolver seu lado espiritual e moral.

A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.

A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores morais e leva o indivíduo a elevar-se como Espírito.

O risco da posse ou da aquisição da propriedade não está no fato em si, mas da maneira como isto se dá e no que representa emocionalmente.

A aquisição de bens materiais não deve ter como base a avareza, e como objetivo a conquista de posição social passível de inveja ou de submissão de outrem.

A conquista material deve ser resultado do trabalho digno e constante, frequentemente oriundo de uma profissão baseada em estudo e preparo.

A conquista material deve prover conforto e equilíbrio àqueles que a possuem, mas jamais levar ao desequilíbrio das posses supérfluas e do modo de vida de ostentação e prazeres intermináveis.

Quem acumula bens materiais em quantidade superior àquela necessária à sua dignidade bem como de sua família, tem uma obrigação moral: dividir seus bens de uma maneira inteligente e sensata.

Obviamente que a doação àqueles que necessitam é necessária e nobre, mas a verdadeira divisão é baseada na geração de empregos e desenvolvimento.

Para ter tal lucidez é preciso que o indivíduo já tenha maior evolução espiritual a fim de que possa perceber que de nada serve uma fortuna acumulada em instituições financeiras e transformada apenas em bens de uso próprio.

É preciso ter equilíbrio, é preciso pensar no próximo, é preciso ser mais do que ter.

A felicidade, na Terra, independe do que se tem, mas se constitui naquilo que o ser cultiva interiormente em termos de amor sincero, ilimitado e em simplicidade.


Redação do Momento Espírita com base no cap. Propriedade, do livro Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,ed. Leal.

terça-feira, 16 de junho de 2026

BOM DIA

BOM DIA A TODOS


 

UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RÁDIO # CONFLITOS EM FEMÍLIA

 
Conflitos em família

Dicas poderosas para melhorar 

o convívio familiar.


Manter uma boa convivência em família é 
– por mais incrível que pareça
 – um dos maiores desafios dos seres humanos.

Eis aqui, então, sete lições poderosas para PODERMOS melhorar O NOSSO convívio familiar:

1. Entenda que são raras as famílias onde a paz e a confiança sejam comuns. A maioria das relações familiares, não só no Brasil, mas em todo o mundo, são marcadas por ressentimentos, orgulho, egoísmo, desamor e, é claro, decepções.
2. Se for possível, evite trabalhar com familiares, ou mesmo se envolver em negócios com eles.
3. Porém, caso você trabalhe em uma empresa familiar, procure ter profissionalismo, separando cada campo de sua vida, com maturidade, sabedoria e equilíbrio.
4. Se você se decepcionou com a atitude de um familiar, pare de sofrer por quem ele é. Ele não vai mudar só porque você está triste. Você é que precisa se desapegar do passado e perdoar, dando a essa pessoa um papel irrelevante em sua vida. Enquanto perdurar a mágoa, o ofensor vai ocupar o papel principal em sua história.
5. Após perdoar o familiar que o feriu, siga seu coração. Perdoar é diferente de reconciliar. Muitas pessoas se reconciliam, mas, intimamente, nunca perdoam, e vivem o resto da vida escravas do ressentimento, relembrando e cobrando do outro as atitudes erradas do passado.


6. Se o ofensor ocupa seus pensamentos e emoções, é sinal de que você ainda guarda mágoas. O perdão é LIBERTADOR! Você só vai saber se realmente perdoou alguém quando conseguir se recordar da ofensa e não sentir mais dor, e, assim, livre para ser quem você é, viver a vida que sempre sonhou.
7. E se foi você quem criou conflitos em sua família, enquanto ainda é tempo, procure OS  envolvidos e peça perdão. Faça a sua parte, mostre sincero arrependimento e desejo de mudar, mas não se frustre se você não for aceito por todos. Esse é preço que pagamos quando, imaturos na forma de nos relacionar, ferimos as pessoas à nossa volta.

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