OTIMISMO GENTE
terça-feira, 2 de junho de 2026
OTIMISMO GENTE
segunda-feira, 1 de junho de 2026
UM APRENDIZADO A TODOS - SENTA QUE LÁ VEM HISTORIA ! ! !
Uma menina entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.
– Entre cem e trezentos reais,
respondeu o dono.
A menina puxou uns trocados do bolso
e disse:
– Mas, eu só tenho dez reais. Poderia
ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Princesa,
a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
A menina apontou aquele cachorrinho
e perguntou:
– O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, mancaria e andaria devagar para sempre.
A menina se animou e disse com enorme alegria no olhar:
– Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
– Não, você não vai querer comprar esse.
Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.
A menina emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
– Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo.
Na verdade, eu lhe dou dez reais agora e mais dez reais por mês, até completar o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
– Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho.
Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
A menina ficou muito séria, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
– Veja, não tenho uma perna, eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
PENSE NISSO!
"Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus 'defeitos', quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que elas. Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são. Amar a todos é difícil, mas não impossível."
quinta-feira, 28 de maio de 2026
CARIDADE É AJUDAR COM O CORAÇÃO= SENTA QUE LÁ VEM HISTORIA.
Ele quase não viu a senhora,
com o carro parado no acostamento.Chovia forte e já era noite.
Mas percebeu que ela precisava
de ajuda. Assim parou seu carro e
se aproximou.
O carro dela cheirava a tinta,
de tão novinho. Mesmo com
o sorriso que ele estampava
na face, ela ficou preocupada.
Ninguém tinha parado para
ajudar durante a última hora.
Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro,
parecia pobre e faminto.
Ele pode ver que ela estava
com muito medo e disse:
Eu estou aqui para ajudar madame,
não se preocupe. Por que não espera
no carro onde está quentinho?
A propósito, meu nome é Renato.
Bem, tudo que ela tinha era um pneu
furado, mas para uma senhora de
idade avançada era ruim o bastante.
Renato abaixou-se, colocou o macaco
e levantou o carro. Ele já estava
trocando o pneu. Mas ficou um
tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto apertava as porcas da roda
ela abriu a janela e começou a
conversar com ele. Contou que
era de São Paulo e que só estava
de passagem por ali e que não sabia
como agradecer pela preciosa ajuda.
Renato apenas sorriu enquanto se
levantava.
Ela perguntou quanto devia.
Qualquer quantia teria sido
muito pouco para ela. Já tinha
imaginado todos as terríveis coisas
que poderiam ter acontecido se Renato
não tivesse parado e ajudado.
Renato não pensava em dinheiro,
aquilo não era um trabalho para ele.
Gostava de ajudar quando alguém
tinha necessidade e Deus já lhe havia
ajudado bastante. Este era seu modo
de viver e nunca lhe ocorreu agir de
outro modo.
E respondeu: Se realmente quiser
me pagar, da próxima vez que
encontrar alguém que precise de
ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda
de que ela precisar. E acrescentou:
e lembre-se de mim.
Esperou até que ela saísse com o
carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimente,
mas ele se sentia bem, indo para casa,
desaparecendo no crepúsculo.
Alguns quilômetros abaixo a senhora
parou seu carro num pequeno
restaurante. Entrou para comer
alguma coisa.
Era um restaurante muito simples,
e tudo ali era estranho para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe
uma toalha limpa para que pudesse
esfregar e secar o cabelo molhado e
lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso
que mesmo os pés doendo por um dia
inteiro de trabalho não pode
apagar.
A senhora notou que a garçonete estava
com quase oito meses de gravidez, mas
ela não deixou a tensão e as dores
mudarem a sua atitude.
A senhora ficou curiosa em saber como
alguém que tinha tão pouco, podia
tratar tão bem a um estranho. Então
se lembrou de Renato.
Depois que terminou a sua refeição,
enquanto a garçonete buscava troco
para a nota de cem reais, a senhora
se retirou.
Já tinha partido quando a garçonete
voltou. Ela queria saber onde a senhora
poderia ter ido quando notou algo
escrito no guardanapo, sob o qual tinha
mais 4 notas de cem reais.
Existiam lágrimas em seus olhos quando
leu o que a senhora escreveu. Dizia:
"você não me deve nada, eu já tenho
o bastante". Alguém me ajudou hoje e
da mesma forma estou lhe ajudando.
Se você realmente quiser me
reembolsar por este dinheiro,
não deixe este círculo de amor
terminar com você, ajude alguém.
Bem, haviam mesas para limpar,
açucareiros para encher, e pessoas
para servir, e a garçonete voltou ao
trabalho.
Aquela noite, quando foi para casa
cansada e deitou-se na cama, seu
marido já estava dormindo e ela
ficou pensando no dinheiro e no
que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o
quanto ela e o marido precisavam
disto? Com o bebê que estava para
nascer no próximo mês, como estava
difícil!
Ficou pensando na bênção que havia
recebido, deu um grande sorriso,
agradeceu a Deus e virou-se para o
preocupado marido que dormia ao
lado, deu-lhe um beijo macio e
sussurrou:Tudo ficará bem; eu te amo
Renato!
A vida é assim, um espelho. Tudo o
que você transmite volta para você,
e geralmente em dobro.
"Deus não escolhe os capacitados,
capacita os escolhidos.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Você se importa com a opinião que os outros têm a seu respeito?
Se a sua resposta for não, então você é uma pessoa que sabe de si mesma, que se conhece. É autossuficiente.
No entanto, se a opinião dos outros sobre você é decisiva, vamos pensar um pouco sobre o quanto isso pode lhe ser prejudicial.
O primeiro sintoma de alguém que está sob o jugo da opinião alheia, é a dependência de elogios.
Se ninguém disser que o seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.
Se alguém lhe diz que está com aparência de doente, a pessoa se sente amolentada e logo procura um médico.
Se ouve dizer que está gorda, desesperadamente vai tentar diminuir o peso.
Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita.
Se lhe dizem que é feia, a pessoa se desespera. Principalmente se não tem condições de reparar a suposta feiura com cirurgia plástica.
Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.
Há pessoas que dependem da opinião alheia e se infelicitam na tentativa de agradar sempre.
São mulheres que aumentam ou diminuem seios, lábios, bochechas, nariz, para agradar seu pretendido. Como se isso fosse garantir o seu amor.
São homens que fazem implante de cabelo, modificam dentes, queixo, nariz, malham até à exaustão para impressionar a sua eleita.
E, quando essas pessoas, inseguras e dependentes, não encontram ninguém que as elogie, que lhes diga o que desejam ouvir, se infelicitam e, não raro, caem em depressão.
Não se dão conta de que a opinião dos outros é superficial e leviana, pois geralmente não conhecem as pessoas das quais falam.
Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é.
Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com falsos elogios, nem com críticas infundadas.
Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se. Ninguém melhor que você para saber o que se passa na sua alma.
Procure estar bem com a sua consciência, sem neurose de querer agradar os outros, pois os outros nem sempre dão valor aos seus esforços.
A meditação é excelente ferramenta de autoajuda. Mergulhar nas profundezas da própria alma em busca de si mesmo é arte que merece atenção e dedicação.
Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.
Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser. A verdadeira beleza é a da alma. A eterna juventude é atributo do Espírito imortal.
O importante mesmo é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem.
A opinião de alguém só deve fazer sentido e ter peso, se esse alguém estiver realmente interessado na sua felicidade e no seu bem-estar.
* * *
PENSE NISSO
Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia.
Os elogios levianos não acrescentam nada além do que você é, e as críticas destrutivas não tornarão você pior.
Busque o autoconhecimento e aprenda a desenvolver a autoestima.
Mas lembre-se: seja exigente para consigo mesmo e indulgente para com os outros.
Eis uma fórmula segura para que você encontre a autoconfiança e a segurança necessárias ao seu bem-estar efetivo.
E jamais esqueça que a verdadeira elegância é a do caráter, que procede da alma justa e nobre.
Pense nisso, e liberte-se do jugo da opinião dos outros.
Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 10, ed. FEP.
Em 9.11.2024
SAÚDE DOS PÉS - DICAS
SAÚDE DOS PÉS - DICAS
Só por esses números já dá para perceber a importância que eles têm para o nosso organismo, não é?
Devido às terminações nervosas interligadas a toda a estrutura corporal, os pés são grandes aliados no tratamento de diversas desordens em nossa saúde.
Os impulsos elétricos percorrem o sistema nervoso e atingem o cérebro que, por sua vez, envia o estímulo de resposta ao organismo, corrigindo o estado de mau funcionamento do corpo.
É muito comum que as pessoas com
Afinal, essa terapia não está ligada apenas ao
quarta-feira, 13 de maio de 2026
A Sabedoria Vem Com O Tempo
A Sabedoria Vem Com O Tempo
Quando um idoso repetir um assunto, deve-se tentar fazê-lo ir mais longe. Questionar os pontos que não ficaram claros, esmiuçar o tema com novas perguntas. Ele precisa de estímulos, para que seu cérebro continue funcionando. Palavras cruzadas, leituras, TV, crochê, jogo de cartas, ajudam e muito.
Dar atenção faz com que se sinta valorizado, elevando assim sua auto-estima. Um chá, ou leite com biscoitos é algo precioso.
Ensinar os filhos a serem atenciosos, educados e pacientes com os idosos, trabalha valores e dignidade.
Um dia se envelhece e o filho, já adulto, vai tratar os pais da maneira como foi instruído. Os pais de hoje, serão os avós de amanhã.
Trazer na lembrança uma avó ou um avô que foram companheiros inseparáveis em nossa meninice, nos torna mais ternos com nossos filhos, que um dia nos darão netos, que também terão filhos e assim a história vai continuando.
O importante é plantar a semente e regá-la.
É o tempo de partilhar a sabedoria e de aconselhar. Para isso existem os filhos, netos, amigos mais jovens. Cada pessoa tem seu papel a cumprir. Os idosos têm muito que ensinar e os mais jovens têm muito que aprender.
terça-feira, 12 de maio de 2026
A Construção do Lar # UM DEDINHO DE PROSA AO PÉ DO RADIO.
A Construção do Lar
Transcrição do Programa Vida e Valores,
por Raul Teixeira,
É muito comum fazermos a distinção entre casa e lar.
Costumamos chamar de casa a construção de material, de madeira, de alvenaria, de pedra, seja o que for, enquanto que o lar é o que se passa dentro dessa construção. Muitas vezes, nós conseguimos construir a casa, mas não chegamos a formar o lar.
Vivemos dentro dessa casa de formas tão estranhas, que não configuram o lar. O lar é o emocional, é o sentimental, é o racional, é o vivencial. É a interação das pessoas. A casa é o prédio.
Muitas vezes as pessoas dizem: Estou indo pra casa, mas, aborrecidas, porque estão indo para casa e, possivelmente, ao chegarem em casa, não encontrarão o respaldo do lar.
É muito importante, para nós, verificarmos porque é que o lar nos é importante. Exatamente porque ali se reúnem Espíritos, criaturas, indivíduos procedentes dos mais variados recantos da natureza.
Advindas, essas criaturas, das experiências as mais várias e, desse modo, ao nos encontrarmos dentro de casa, para formar o lar, teremos obrigatoriamente que trocar essas experiências.
A esposa teve uma criação, uma formação, uma instrução ou deixou de tê-la. O marido outra e, agora, são duas pessoas que vão se reunir, na tentativa de forjar outras pessoas e educá-las, os filhos.
Então, o lar representa esse cadinho, esse campo de provas, onde as diferenças se atritam, onde nós trocamos aquilo que sabemos com o que o outro sabe.
Desse modo, é muitíssimo importante que nós construamos o nosso lar em bases de equilíbrio, de entendimento, o que nem sempre é fácil.
Todas as vezes que nos reunimos, pessoas diferentes, seja no que for, isso nos dá uma certa instabilidade, isso gera uma certa instabilidade.
Há sempre uma diferençazinha entre o esposo e a esposa, entre os pais e os filhos, entre os irmãos. Por quê?
Porque se a esposa tem um pouco mais de cultura, se o marido tem um pouco menos, isso já deixa um degrau de frustração.
Ele vai fazer de tudo para mostrar que ele também sabe, quando seria tão fácil admitir que ele ainda não sabe. Poderá aprender. Se a esposa se torna submissa porque seu marido é doutor, seu marido é que sabe, já desbalanceia o lar.
Seria tão normal se ela admitisse que, de fato, ele preparou o que sabe, ele sabe na frente e ela não está proibida de aprender e de saber também. Mas, cada qual respeitando o outro, sem se sentir lesionado, sem se sentir frustrado, sem se sentir diminuído.
No lar, nós temos ensejo de trocar tudo isto. Verificamos que aquele homem notável, notável médico na sociedade, ele chega em casa. Ele é carente do que a cozinheira fez, dos carinhos da esposa, dos filhos. Aquele grandioso engenheiro respeitado na sua empresa, na sociedade, mas quando ele chega em casa, ele é aquele gatinho carente de carinho, de atenção de sua esposa, dos seus filhos.
Nós somos movidos à emoção, a sentimento. O ser humano não é meramente racional, nós somos sentimentais.
Então, aquele homem que faz pressão na sociedade, o grande político, o grande administrador, mas quando ele chega em casa quem manda em tudo é a sua mulher.
Não, nós não vamos. Não, eu não quero. Não, você não vai fazer. Não, você não aceitará. E para que o amor possa vigorar é necessário que nós aprendamos ouvir um ao outro. O lar é assim.
É essa grande panela, é esse grande cadinho, dentro de cuja estrutura todos nós vamos aprendendo, uns com os outros, oferecendo o melhor que tenhamos e aprendendo o que os outros têm a nos oferecer.
É muitíssimo importante a estrutura do lar. Não tem nada tem a ver com a casa. O lar vem de dentro.
* * *
Uma vez que essa estrutura de lar ela é de dentro da criatura humana, é muito importante que cada elemento do lar se preocupe com o outro e se ocupe também com ele.
Cada vez que nós pensamos na família que vive nesse lar que estamos abordando, certamente que cabe aos esposos determinados compromissos entre si, para a mantença do lar.
Se eles despautarem desses cuidados, o lar não se sustenta. Para a estrutura do lar é importantíssima a fidelidade, o respeito, a parceria, o acompanhamento, o companheirismo.
Se houver filhos na relação, os cuidados com o encaminhamento dos filhos neste mundo atormentado da atualidade.
Onde estão nossos filhos? Com quem estão nossos filhos? Fazendo o quê os nossos filhos estarão?
Esses cuidados que, há muito, passaram a ser coisas démodé, precisam voltar às preocupações nossas, precisam retornar aos cuidados domésticos.
Quando ouvimos as notícias de que tal criança foi seviciada, foi levada, foi conduzida, isso nos remete a refletir sobre a desatenção, muitas vezes, dos pais. Com quem está minha criança? Onde está neste momento?
Vivemos dias em que os nossos filhos são mandados para dormir na casa dos amigos, dos colegas. Mas a gente não sabe quem são os pais desses amigos, desses colegas.
Não sabemos qual é a formação moral dessa família para onde estamos mandando os nossos filhos. Muitas vezes, acordamos tarde demais.
A estruturação do lar exige bom senso, exige cuidados, exige raciocínio.
Não é uma prisão. Todos usufruem liberdade. Mas, na estruturação do lar, a liberdade jamais estará alheada, distanciada das noções de responsabilidade.
Todos os que têm liberdade no lar, também hão de ter responsabilidades.
E se forem crianças?
Nós vamos ensinando às crianças a ter responsabilidade com as coisas delas. Guardar os brinquedos, colocar a roupinha que tirou no cesto, na medida em que elas vão podendo.
Como é que a criança aprende a ajudar em casa?
Traz para a mamãe, pegue a vassoura.
Pegue aquilo. Traga aquilo. Leve aquilo para a mamãe. Ajude a mamãe.
Sem nenhuma imposição, para que a criança aprenda a gostar de colaborar.
Venha aqui com o papai, segure aqui para o papai poder esticar.
Criando vínculos. Quando os nossos filhos começam a ir para a escola, cedinho, será nosso dever, de pai ou de mãe, puxar assunto com eles.
Como é que foi hoje o dia? Com quem você brincou? O que que a professora lhe ensinou? Ou a tia?
E a sua merenda, comeu-a? Distribuiu com alguém?
Para que nós ensinemos à nossa criança, desde cedo, a conversar conosco sobre o que se passou com ela.
Depois que ela aprende a conversar conosco, não precisamos perguntar nada.
Quando a apanhamos à porta da escola, ela já nos vem contando. Quando a colocamos no carro, ela já começa a falar. E é dessa maneira que nós vamos criando uma parceria doméstica.
Os filhos não precisam esconder dos seus pais as coisas que vivenciam. Os pais não devem negar orientação aos filhos, para que eles saibam se nortear. Estar sempre acompanhando.
Quando a nossa criança começa a crescer e não faz aquelas intrigantes perguntas, sobre sexo, sobre isso ou sobre aquilo, que os pais não imaginem que elas não sabem, que elas são inocentes. Admitam que já aprenderam, de forma equivocada e, porque aprenderam de forma equivocada, têm vergonha de falar para nós.
Cabe, então, para que o lar se reerga, todos nos envolvermos com todos.
Com carinho, com atenção, com sorriso, com seriedade, cada coisa no seu lugar. Mas, que não falte entre nós jamais a ternura, o respeito recíproco, na certeza de que nós somos irmãos em Deus, momentaneamente situados como marido, mulher, pais, filhos, irmãos. Para que o nosso lar seja feliz, para que nós utilizemos esse cadinho, como a grande oficina das almas, não poderá faltar o amor. O amor que gera respeito, o amor que imprime responsabilidade.
Transcrição do Programa Vida e Valores, de número 186, apresentado por Raul Teixeira, sob coordenação da Federação Espírita do Paraná.
Programa gravado em janeiro de 2009.
Em 27.7.2020.
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